Ide e Pregai
O Documentário é um resumo da história das Assembléias de Deus no Brasil a começar pela chegada dos missionários e pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren, em Belém do Pará.
O Espelho dos Mártires
O Documentário relata em detalhe o modo de vida e as persiguições que sofreram os cristão primitivos e como foram martirizados os Apóstolos de Cristo.
Filme ´180`: 33 minutos que mudarão sua opinião sobre o aborto
O Ministério Living Waters, dos Estados Unidos, produziu recentemente um documentário impactante e fantástico sobre o aborto. O filme traz como título ‘180’ e instiga as pessoas a mudarem de opinião sobre o aborto e outras questões bíblicas.
O Que É ser PASTOR?
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>> sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Por Pr. Silas Figueira
Ser pastor em primeiro
lugar é ser humano. Alguém que vive os mesmos dilemas que qualquer
membro da comunidade cristã vivencia. É viver a vida com graça, e
manifesta a graça do Senhor, mesmo quando as circunstâncias são
adversas.
Ser pastor é ter a
consciência de que foi escolhido por Deus, para fazer parte do grupo que
exerce o mais excelente ministério (1Tm 3.1). É fazer parte do grupo
que desiste dos seus sonhos profissionais e de sua carreira para sonhar
os sonhos que o Senhor tem traçado para sua própria vida.
Ser pastor é doar-se aos
demais. É ser uma pessoa aberta e sempre acessível aos seus irmãos e
também ao seu próximo. Isto implica muitas vezes ter que abdicar de
horas de sono. É necessário em muitos casos, vencer o seu cansaço para
poder ajudar alguém ou até mesmo ter uma palavra amiga para uma pessoa
aflita ou alguém que está em sofrimento.
Ser pastor é ser
mensageiro de Deus. Anunciador das boas novas. É ser uma voz que clama
com ousadia. Muitas vezes, a mensagem será dura, outras promoverá
conforto e consolo. Muitos compreenderão os seus pecados e render-se-ão
aos pés do Salvador. Ser pastor é ser voz e nada, além disto.
Ser pastor é ser guia. O
pastor segue o caminho antes dos demais. Orienta os seus irmãos e
mostra-lhes qual o caminho que deve ser seguido. Isto significa que,
enquanto todos estão em segurança, muitas vezes o pastor está a
percorrer o pântano tenebroso para poder conduzir o rebanho ao qual
serve em segurança (Sl 23.4). Ele não abandona os seus, está presente na
hora da angústia a guiá-los em segurança.
Ser pastor é chorar em
silêncio. É sofrer sozinho. É ser alguém que tira forças de onde muitas
vezes parece que já não existe nenhuma para poder fortalecer os que em
sofrimento lhe procuram. É ser consolado pelo consolo e conforto que vê
que promoveu na vida dos seus irmãos. É alegrar-se na vitória daqueles
que ele tanto ama.
Ser pastor é fundamental
e acima de tudo, é ser um cristão salvo pela graça do Senhor Jesus. É
alguém que compreendeu que sua vida não faz sentido sem a comunhão e
intimidade com o Senhor e o seu povo.1
Podemos dizer com isso
que o pastor não é um voluntário, mas uma pessoa chamada por Deus. Sua
motivação não está em vantagens humanas, mas em cumprir o propósito
divino. O ministério não é um palco de sucesso, mas uma arena da morte. O
ministério não é um camarim onde colocamos máscaras e assumimos um
papel diferente daquele que, na realidade, somos, mas é um campo de
trabalho cuja essência é a integridade. Abraçar o ideal do ministério é
abrir mão de outros ideais.2 O ministério é árduo, espinhoso, difícil.
Só mesmo os chamados resistem. Dois vocábulos são usados por Paulo em 1
Coríntios 4.1, Uperetes (ministro) e oikonomos
(despenseiro, mordomo) significando remador e administrador
respectivamente. Todos os dois no sentido de serviço laborioso,
organizado e sistemático.
“Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus” (1Co 4.1).
A palavra “ministro”
na língua portuguesa representa o primeiro escalão do governo. No
entanto, se olharmos a palavra “ministro” no campo religioso, estaremos
falando de alguém que exerce a função de líder religioso na igreja
local. Todavia, a palavra usada pelo apóstolo Paulo para definir o
ministro nos dá uma ideia totalmente contrária. A palavra grega usada é Uperetes, que significa um remador de galés. Essa palavra era utilizada para a classe mais simples de escravos. A palavra Uperetes
só aparece aqui em todo o Novo Testamento. Nos grandes navios romanos
existiam as galés, que eram porões onde trabalhavam os escravos
sentenciados à morte e eles prestavam um último serviço antes de morrer.
Eles tinham seus pés amarrados com grassas correntes e trabalhavam à
exaustão sob o flagelo dos chicotes até à morte. Paulo está dizendo para
não colocarmos os holofotes sobre um homem, porque importa que os
homens nos considerem uperete e não como capitães do navio. O
ministro da igreja é um escravo já sentenciado à morte, que deve
obedecer as ordens do Capitão do navio, o Senhor Jesus.3
Paulo utiliza agora uma
nova figura. Ele diz que o pastor é um despenseiro ou mordomo. A palavra
grega utilizada por Paulo é oikonomos, de onde vem a palavra mordomo. O
ministro é um despenseiro, aquele que toma conta da casa do seu senhor.
Em relação ao dono da casa, o mordomo era um escravo, mas em relação
aos outros serviçais, ele era o superintendente. O mordomo era a pessoa
que cuidava da despensa, da dieta, da alimentação de toda a família. Ele
era um escravo de confiança da casa. O que isso nos sugere?
a) Não é competência do
mordomo prover o alimento para a família; essa era uma responsabilidade
do dono da casa. O ministro do evangelho não tem de prover o alimento,
porque esse já foi provido. Esse alimento é a Palavra de Deus. Reter a
Palavra ao povo é um pecado.
b) Não era função do
mordomo buscar outra provisão ou qualquer alimento que não fosse pelo
senhor. A Palavra de Deus deve ser ensinada de formas variadas. Paulo
diz para ensinarmos todo conselho de Deus (At 20.27). Nos dias atuais
nenhum homem ou mulher recebe mensagens novas de Deus. Tudo o que Deus
tem para nós já está nas Escrituras. A pregação de hoje não é revelável,
mas expositiva.
c) A função do mordomo
era servir as mesas com integridade. O ministro não é um filósofo que
cria a sua própria filosofia. Não é assim o despenseiro. Ele não cria
uma doutrina, uma teologia ou uma ideia a fim de aplicá-la e ensiná-la.
Cabe a ele transmitir o que recebeu. E Paulo sempre usa essa expressão:
“[Eu] vos entreguei o que também recebi” (1Co 11.23; 15.3).4
Os ministros deverão ter
chamada específica e caracterizar-se por fidelidade, piedade,
responsabilidade, integridade e ter familiaridade com a palavra de Deus.
Hoje em dia, é muito fácil encontrarmos obreiros administradores,
construtores e sistemáticos dentro de padrões humanos. Porém a obra
carece de obreiros que distribuam o alimento, que é a Palavra,
diretamente de Deus aos corações, e isto será feito a partir da
utilização de dons que destacam o lado espiritual da obra de Deus, em
contraste com as obras meramente humanas como construções, aquisições e
conceitos baseados na lógica e ciência puramente humana.
O verdadeiro obreiro
também será aquele que sabe conviver com responsabilidade de seu chamado
e as críticas que advirão desta chamada. Somos vitrine, expostos a
juízos: de Deus, da Igreja, de nós mesmos e da sociedade como um todo.
Façamos das palavras de
Paulo a Timóteo nosso lema: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como
obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da
verdade” (2 Tm 2.15).
O obreiro como ministro
de Cristo, deverá acima de tudo ter a habilidade de abrir portas,
caminhos (construir pontes), unir distâncias, pessoas e vidas. Em suma,
não haverão portas fechadas aos servos de Deus, no que depender do seu
testemunho.
Notas:
1 – Santos, Marcos Amazonas dos. Ser Pastor. www.opbbcarioca.com.br, acessado em
15/03/13.
2 - Lopes, Hernandes Dias. De: Pastor A: Pastor. Ed. Hagnos, São Paulo, SP, 2008:
p. 36.
3 – Lopes, Hernandes Dias. 1Coríntios, Como resolver conflitos na igreja. Ed.
Hagnos, São Paulo, SP, 2008: p. 71.
4 – Ibid: p. 71-73.
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O Pastor Jeremiah Steepek (foto) se fantasiou de morador de rua e foi para a igreja - veja o resultado!
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>> domingo, 28 de julho de 2013

O Pastor Jeremiah Steepek (foto) se fantasiou de morador de rua e foi
para a igreja de 10.000 membros onde ele estava para ser apresentado
como pastor naquela manhã. Ele caminhou ao redor da sua futura
congregação por 30 minutos enquanto as pessoas chegavam para o culto.
Apenas 3 pessoas entre as 10.000 disseram Olá para ele. Ele pediu aos
fiéis uns trocados para comprar comida e ninguém na igreja lhe deu nada.
Ele entrou no santuário para se sentar na frente da igreja, mas os
obreiros pediram que sentasse nos fundos. Ele cumprimentou as pessoas
que retrucaram com olhares e reprovação e desprezo.
Quando o culto terminou, os mais velhos subiram ao púlpito animados para apresentar o novo pastor da igreja para sua congregação. "Nós gostaríamos de apresentar-lhes o Pastor Jeremiah Steepek". A congregação olhou em volta aplaudindo com alegria e expectativa. O mendigo sentado nos fundos levantou-se e começou a andar pelo corredor. As palmas cessaram e todos os olhares pairaram sobre ele. Ele caminhou até o altar e pegou o microfone dos anciãos (que já sabiam de tudo), parou por um momento e recitou,
'Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: "Vinde vós, os abençoados por meu Pai. Recebei como herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo. Pois estava com fome, e destes-Me de comer; estava com sede, e destes-Me de beber; era estrangeiro, e recebestes-Me na vossa casa; estava sem roupa, e vestistes-Me; estava doente, e cuidastes de Mim; estava na prisão, e fostes visitar-Me". Então os justos perguntar-Lhe-ão: "Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos como estrangeiro e te recebemos em casa, e sem roupa e te vestimos? Quando foi que te vimos doente ou preso e te fomos visitar?"'
'Então o Rei responder-lhes-á: "Eu vos garanto: todas as vezes que fizestes isto a um dos menores dos meus irmãos, foi a Mim que o fizestes.'
Depois que ele recitou isso, olhou para a congregação e disse-lhes o que havia passado naquela manhã. Muitos começaram a chorar e muitos se curvaram de vergonha. Ele, então, disse: "Hoje eu vejo um grupo de pessoas, e não a igreja de Jesus Cristo. O mundo tem muita gente, mas tem poucos discípulos. Quando VOCÊ vai se tornar um discípulo?"
E assim ele dispensou a congregação até a próxima semana.
Ser cristão não é uma coisa que você diz que é. Você precisa viver e compartilhar com o próximo.
Quando o culto terminou, os mais velhos subiram ao púlpito animados para apresentar o novo pastor da igreja para sua congregação. "Nós gostaríamos de apresentar-lhes o Pastor Jeremiah Steepek". A congregação olhou em volta aplaudindo com alegria e expectativa. O mendigo sentado nos fundos levantou-se e começou a andar pelo corredor. As palmas cessaram e todos os olhares pairaram sobre ele. Ele caminhou até o altar e pegou o microfone dos anciãos (que já sabiam de tudo), parou por um momento e recitou,
'Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: "Vinde vós, os abençoados por meu Pai. Recebei como herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo. Pois estava com fome, e destes-Me de comer; estava com sede, e destes-Me de beber; era estrangeiro, e recebestes-Me na vossa casa; estava sem roupa, e vestistes-Me; estava doente, e cuidastes de Mim; estava na prisão, e fostes visitar-Me". Então os justos perguntar-Lhe-ão: "Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos como estrangeiro e te recebemos em casa, e sem roupa e te vestimos? Quando foi que te vimos doente ou preso e te fomos visitar?"'
'Então o Rei responder-lhes-á: "Eu vos garanto: todas as vezes que fizestes isto a um dos menores dos meus irmãos, foi a Mim que o fizestes.'
Depois que ele recitou isso, olhou para a congregação e disse-lhes o que havia passado naquela manhã. Muitos começaram a chorar e muitos se curvaram de vergonha. Ele, então, disse: "Hoje eu vejo um grupo de pessoas, e não a igreja de Jesus Cristo. O mundo tem muita gente, mas tem poucos discípulos. Quando VOCÊ vai se tornar um discípulo?"
E assim ele dispensou a congregação até a próxima semana.
Ser cristão não é uma coisa que você diz que é. Você precisa viver e compartilhar com o próximo.
Via: facebook/NO placa, YES Jesus
Por que os evangélicos estão se surpreendendo tanto com o Papa Francisco?
Antes de qualquer coisa preciso afirmar que não sou católico e que
respeito a opção de fé de quem quer que seja. Afirmo também que possuo
sérias divergências com o Catolicismo Romano quanto a aspectos
doutrinários e teológicos os quais considero fundamentais. Discordo da
veneração dos "Santos", da "mariolatria", da infabilidade papal, do
ecumenismo, de sua soteriologia universalista, bem como de sua
cristologia miscigenada.
Isto posto, vamos ao artigo:
A vinda do Papa Francisco ao Brasil tem despertado não somente a atenção
da população em geral, como também dos evangélicos que não se cansam
de elogiar o bispo de Roma. Basta olharmos as mídias sociais que
constataremos isso. Na verdade , tornou-se comum encontramos evangélicos
enaltecendo publicamente a postura simples do Papa.
Diante disto resta-nos indagar o por que de tal comportamento, visto que
o protestantismo possui inúmeras divergências teológicas com o
catolicismo romano.
Na minha opinião a valorização do Papa se deve em parte a insatisfação
que os evangélicos tem feito quanto ao comportamento de alguns dos seus
líderes, senão vejamos:
1- O papa passa uma imagem de simplicidade, enquanto os "apóstolos" tupiniquins ostentam riquezas.
2- O papa demonstra gostar de gente e de se relacionar com o povo, já os
"apóstolos" tupiniquins preferem a ostentação de títulos eclesiásticos,
além é claro da nítida e clara separação do restante do povo.
3- Ainda que tenha MUITO dinheiro, mesmo porque a Igreja Católica Romana
é milionária, O Papa Francisco ostenta uma vida simples, sem muitas
riquezas que se reflete na forma com que vive; já os "apóstolos"
tupiniquins, fazem questão de ostentar riqueza, poder e glória.
4- O Papa Francisco demonstrou simplicidade em voar num avião comercial,
em carregar sua própria mala, em dormir num mosteiro numa cama de
solteiro, em andar em carro comum, em se relacionar com o povo sem
protocolos, pompa ou exigências. Já os "Apóstolos" tupiniquins andam de
avião particular, exigem hotéis cinco estrelas, além é claro de exigirem
uma série de obrigações a todos àqueles que os convidam para pregar o
Evangelho de Cristo.
5- O Papa tem falado de Cristo, os "apóstolos" tupiniquins só falam em dinheiro.
Caro leitor, a falta de compostura por parte de alguns dos líderes
evangélicos, além é claro das heresias propagadas por "apóstolos"
fraudulentos que teimam em contrapor-se aos ensinos das Escrituras, tem
levado aos cristãos protestantes desse imenso país a valorizar pessoas
como Francisco, que mesmo tendo uma fé diferente do protestantismo
histórico, comporta-se (pelo menos aparentemente) como homens de Deus
deveriam se comportar.
Pense nisso!
Renato Vargens
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